terça-feira, 1 de setembro de 2026
Ipê-branco em Campo Grande
domingo, 16 de agosto de 2026
Da Fazenda à estrada do Pedregoso: a origem do nome
Campo Grande é um bairro que possui muitos sub bairros, ruas, estradas com denominações que, em alguns casos, despertam a curiosidade dos moradores.
Um desses casos é a Estrada do Pedregoso, uma rota importante que liga a área da estrada do Mendanha à Avenida Brasil e ao Distrito Industrial.
Mas por que Pedregoso?
A história remonta à antiga Fazenda do Pedregoso, que foi uma das grandes áreas rurais do período colonial que auxiliaram no desenvolvimento da então Freguesia de Campo Grande. Surgindo a partir do desmembramento de sesmarias entre os séculos XVII e XVIII, a propriedade rural tinha como destaque o cultivo da cana de açúcar e a criação de gado bovino. A Fazenda pertenceu aos herdeiros de Manoel Antunes Suzano por muitas décadas, sendo dividida em 15 de novembro de 1844, com o falecimento do Drº Joaquim José Suzano, 8º filho de Manoel Antunes Suzano e de Antonia de Souza de Matos, proprietários da fazenda desde 1722.
Mais tarde, principalmente com a chegada da estação de trem no bairro, no século XIX, e a abertura da Avenida Brasil em 1946, as terras da antiga Fazenda do Pedregoso passaram a abrigar parte do Distrito Industrial de Campo Grande, dando origem à estrada do Pedregoso.
Mas por que a antiga propriedade chamava-se Fazenda do Pedregoso?
A questão diz respeito ao tipo de solo da região, que era um dos fatores que influenciava de forma decisiva na ocupação da área conhecida como Campo Grande (não necessariamente o bairro, com suas atuais delimitações). Dentre alguns solos presentes no local, havia um conhecido como "Pedregoso", que acabou dando nome à fazenda. Tratava-se de um solo que geralmente apresentava uma cor avermelhada ou castanho forte, sendo um solo do tipo montanhoso e rochoso.
Assim, do solo para a fazenda, da fazenda para a estrada, o nome pedregoso "viajou" pela história de Campo Grande, dando nome hoje à essa microrregião do bairro.
Imagens: Google Maps
Mapa das fazendas: mapa com acréscimos; localização de fazendas pelos autores do livro consultado (Mapoteca do Itamaraty)
Fonte consultada: FROÉS, José Nazareth de Souza: GELABERT, Odaléa Ranauro Enseñat. Rumo ao Campo Grande: por trilhas e caminhos - Rio de Janeiro, 2004.
sábado, 25 de julho de 2026
A história da Primeira Igreja Batista de Campo Grande
Até o início do século XX havia um predomínio, na questão religiosa, do catolicismo no bairro de Campo Grande, assim como em todo o Brasil. Vale ressaltar que a igreja Romana era a religião oficial do Brasil até a proclamação da República, em 1889.
A partir dessa data, começa a tomar força o surgimento de igrejas protestantes na Zona Oeste do Rio de Janeiro e em toda cidade. Nos primeiros meses de 1900, teve começo o Ponto de pregação, pela primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro. É nesse contexto que surge a Primeira Igreja Batista de Campo Grande. Na verdade, ela surge no bairro de Santa Cruz, por volta de 1901, como Ponto de pregação do "Curato de Santa Cruz ", se transferindo para o bairro vizinho em 1919. Em agosto do mesmo ano houve um desabamento do teto da loja, levando a igreja a transferir-se para uma casa em Campo Grande, onde já se pagava aluguel para um funcionamento de um ponto de pregação.
A transferência da Igreja para Campo Grande consolidou-se em 09/08/1919, noticiada pelo Jornal Batista em 21/08/1919:
"Devido a certas circunstâncias, a Egreja Baptista de Santa Cruz transferiu temporariamente a sua sede para Campo Grande, na Rua Aurélio Figueiredo n°1. E nessa nova sede, o missionário D. F. Crosland de Minas, está dirigindo uma série de conferências evangelísticas ".
O endereço, Rua Aurélio Figueiredo n°1, funcionou como sede em caráter provisório. No local funcionaria mais tarde a COMLURB e a Estação Rodoviária de Campo Grande.
quinta-feira, 23 de julho de 2026
O ponto central do bairro de Campo Grande
sábado, 18 de julho de 2026
Os "dialetos " de Campo Grande
sábado, 27 de junho de 2026
Fazendas e engenhos na região do atual bairro de Campo Grande
domingo, 21 de junho de 2026
O Campusca na Suíça
sábado, 20 de junho de 2026
Campo Grande tem população de Copa do Mundo
A nova estrada do Tingui (passado e presente)
No dia 11 de janeiro de 2026 foi inaugurada a nova estrada do Tingui, um novo trecho ligando a estrada à Avenida Brasil. Parte do plano de mobilidade de Campo Grande, a continuação da estrada do Tingui corta a localidade conhecida como Salim, que possui uma paisagem com aspectos de algumas ruralidades, ou pequenos bolsões e resquícios rurais dentro da expansão urbana.
Ainda é possível encontrar na localidade um casarão antigo que, segundo moradores, pertencia ao "Seu Salim", um antigo proprietário de terras no local que viveu por muitos anos nessas bandas, hoje dando nome ao local. Falecido nos anos 1980, Salim Hanna Alzuguir era conhecido como "turco", porém, era comum à época na região, descendentes de árabes/sírio-libaneses serem chamados assim.
terça-feira, 19 de maio de 2026
Figurinhas do Campusca
Época de Copa do Mundo, e uma tradição que atravessa décadas continua muito viva: colecionar figurinhas e completar o álbum da Copa. É uma atividade que passa de geração, reunindo desde crianças até os mais velhos. Quem nunca brincou de "bafo" com os colegas?
Bom, no bairro de Campo Grande não é diferente, o colecionismo e a febre por compras e trocas de figurinhas continua a mesma, com alguns pontos de encontros de colecionadores espalhados pelo bairro.
E se tivéssemos figurinhas com a história do Campo Grande Atlético Clube, o nosso Campusca!? Seria bem legal, não é!?
Abaixo, algumas imagens em formato de figurinha de alguns ex jogadores do clube, e de algumas formações importantes da história do Galo da Zona Oeste:
LUISINHO DAS ARÁBIAS- 13/11/1957 - 08/05/1989. Luis Alberto Duarte da Costa. Atacante. Campeão da Taça de Prata de 1982.
BRAZ - 29/05/1960 - Luiz Braz de Araújo. Volante. Campeão da Taça de Prata de 1982.
PINGO - 02/08/1960 - Paulo Rogério da Silva. Meio-campo. Campeão da Taça de Prata de 1982.
ROBERTO DINAMITE - 13/04/1954 - 08/01/2023. Carlos Roberto de Oliveira. Atacante. Maior artilheiro da história do Campeonato Brasileiro
Equipe de 1962, no ano de estreia do clube no campeonato carioca, com o goleiro Barbosa e Décio Esteves no elenco.
Uma das formações do time campeão da Taça de Prata de 1982.
Time que conquistou a melhor colocação do clube em campeonato carioca, no ano de 1991, contanto com jogadores como Roberto Dinamite, Elói, Cláudio Adão, entre outros.
E aí? Seria legal as figurinhas do nosso Campo Grande, não é?
sábado, 11 de abril de 2026
Plano de paisagem de Campo Grande
sexta-feira, 3 de abril de 2026
A tradição de malhar o Judas
sábado, 21 de março de 2026
Memórias de Vila Nova
terça-feira, 17 de março de 2026
O Quilombo Dona Bilina
Ilustrações: Carmen Paixão. Gibi "A aventura do jovem Apoema no futuro".
terça-feira, 10 de março de 2026
Estrutura geomorfológica do Maciço Gericinó-Mendanha
sábado, 7 de março de 2026
Inauguração do primeiro túnel de Campo Grande
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026
Memórias de Cosmos
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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026
Rua Viúva Dantas, Campo Grande, década 1970
A Rua Viúva Dantas, localizada no centro do bairro de Campo Grande, no Calçadão, é uma das mais conhecidas da região.
Rua que já acolheu a primeira sede do Clube dos Aliados (hoje localizado na estrada do Mendanha), atualmente continua com seu ritmo frenético, intensificado com a chegada do Passeio Shopping, no ano de 2000.
Abaixo, duas imagens da Rua Viúva Dantas na década de 1970:
A imagem acima é do Edifício Antônio Coelho, construído por Antônio Coelho Engenharia.
A segunda imagem é do Edifício Olímpica, onde funcionava a Olímpica Imóveis, no 6° andar, também construído por Antônio Coelho Engenharia.
Ao lado, décadas depois, foi construído o já citado Passeio Shopping.
Fonte de imagens e informações: Tricentenário de Campo Grande - Serafim Sofia.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2026
As antigas frotas de ônibus de Campo Grande
O bairro de Campo Grande, assim como os demais bairros da cidade do Rio de Janeiro, possuem uma tradição quando o assunto é frota de ônibus. Algumas linhas, inclusive, são lembradas até hoje, marcando gerações, assim como as cores das empresas, entre outros detalhes.
Até o ano de 1993, foi considerado o auge das empresas de ônibus no Rio de Janeiro. Porém, a partir do ano de 1994, nota-se um processo de mudança no transporte de ônibus carioca, como as transformações no padrão do layout e nas pinturas, além de um processo de cisões das linhas, sendo criadas duas ou mais empresas.


















































