domingo, 11 de dezembro de 2022

Projeto de revitalização da praça da Desterro

 

Abaixo um link do projeto de revitalização da Praça Dom João Esberard, a Praça da Paróquia Nossa Senhora do Desterro. 
O projeto é contemporâneo, contendo linhas curvas, assimétricas, além de facilitar o acesso do transeunte à Praça.
Informações completas e mais imagens no link abaixo, do Instagram cg.meupais



sexta-feira, 9 de dezembro de 2022

Na Passarela de Campo Grande

 

Ilustração: Elder Veríssimo Sodré 

Inaugurada em 02 de dezembro de 1878, a estação ferroviária de Campo Grande, à época com o nome Estrada de Ferro D. Pedro II, ao mesmo tempo que ligou o bairro às demais regiões da cidade do Rio de Janeiro, também "dividiu" Campo Grande em "duas partes".

Até hoje é muito comum os moradores referirem-se à questão, dizendo algo do tipo: "Eu moro do lado de cá de Campo Grande "; "Essa loja fica do lado de lá de Campo Grande ", como se o bairro fosse literalmente dividido em dois lados pela linha férrea, que é muito comum nos subúrbios cariocas. 

Devido a isso, pra passarem de um lado para o outro, os transeuntes utilizam algumas passagens, como a passagem subterrânea, mais conhecida como Túnel de Campo Grande (segundo fontes, inaugurado em 1952), local de grande movimentação e vendas. Outra opção são as chamadas passarelas, por cima da linha férrea.

Um fato relevante envolvendo as duas passagens ocorreu em 1992, quando o túnel ficou interditado, ocasionando um super aumento do fluxo de pessoas utilizando a passarela próxima à estação de trem, fazendo surgir assim cenas de lotação no local, com as pessoas passando bem lentamente, com extremo cuidado, em alguns momentos com uma dando as mãos às outras, numa espécie de "corda humana", evitando possíveis acidentes. 

E assim o tempo vai passando, ao lado dos "passantes" do bairro, "dividido" pela linha férrea, mas unido pelas alternativas passagens, como o túnel e as passarelas. 

quarta-feira, 7 de dezembro de 2022

Vídeo resumo da histórica do Campo Grande Atlético Clube

 

Abaixo um vídeo resumindo a história do Campo Grande Atlético Clube, contando as principais curiosidades do Campusca, como títulos, acessos, melhores colocações, estádio, entre outras.

Fonte: Canal YouTube Golzaço  

segunda-feira, 5 de dezembro de 2022

Fla Flu no Ítalo Del Cima em 1992

 

Em 1992, o estádio Ítalo Del Cima, do Campo Grande Atlético clube, foi palco de um dos mais tradicionais clássicos do Brasil e do mundo: o Fla Flu.
Devido à falta do Maracanã, interditado, o jogo foi disputado na Zona Oeste do Rio, valendo pelo campeonato carioca daquele ano.
O placar foi 1x0 para o tricolor das Laranjeiras, com gol do artilheiro Ézio.
Abaixo um link com os melhores momentos da partida. https://youtu.be/R12j6gVCr6g

sexta-feira, 2 de dezembro de 2022

Campo Grande 1x1 Flamengo em 1991 no Ítalo Del Cima

 

Pela Taça Guanabara (Primeiro turno do campeonato carioca) de 1991, Campo Grande e Flamengo se enfrentaram no Ítalo Del Cima. O placar foi 1x1. Nessa edição, o Campusca terminou em 5°, sua melhor colocação, contando com jogadores renomados, como Elói, Roberto Dinamite e Cláudio Adão.
Abaixo, um link com os melhores momentos e os gols da partida. 

sexta-feira, 7 de outubro de 2022

Roberto Dinamite e Eloi no Campo Grande

 No ano de 1991, o Campo Grande Atlético clube apresentou grandes jogadores para a disputa do campeonato carioca, no qual conseguiu sua melhor colocação, ficando em 5° lugar.

Abaixo estão dois desses jogadores: Roberto Dinamite e Eloi. 

A contratação de Roberto Dinamite foi badalada, com sua apresentação atraindo grande cobertura dos veículos dos meios de comunicação, lotando o ginásio do clube, com torcedores e ex-companheiros de Vasco.

Abaixo imagens do dia da apresentação de Dinamite, falando com torcedores no ginásio; e do jogador assinando contrato.



Já Eloi se destacou por ter apresentado grandes atuações com a camisa do Campusca.

Abaixo, imagens do jogador num bate-bola em um treino; e em um outro treino com jogadores, com o jogador Rogerinho em primeiro plano.



Imagens e fonte: Vai dar Zebra, de José Rezende e Raymundo Quadros.